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COVID-19: O ESTADO E A SUA POLÍTICA DE CONTROLE E VIGILÂNCIA

Em nome da Lei e da Ordem, o Estado tem exercido políticas de controle e vigilância, sempre a partir do ordenamento jurídico que define a ilegalidade e legalidade. Partindo desta questão, buscamos fomentar uma reflexão sobre a pandemia de Covid-19 e sua relação com o aumento do controle de corpos, que dada a urgência da conjuntura de manutenção do isolamento social, também potencializa os processos que estigmatização e discriminação da população pobre e negra periférica.

JUSTIÇA PARA GEORGE FLOYD

O artigo de Adam Bledsoe, professor de Geografia da Universidade de Minnesota, relata o assassinato de Geoger Floyd pela polícia norte-americana. Através da sua vivência como um homem negro, compartilha com a IDMJR, como tem sido a vida em Minneapolis durante os sucessivos dias de protestos e também de profunda repressão do Estado.

HERANÇA QUILOMBOLA: MARIA CONGA EM MAGÉ – BAIXADA FLUMINENSE

Toda história de insurreição e resistência que a população afrodescendente constrói na história da luta contra opressão e violência de Estado, tem seu começo no enfrentamento a escravidão negra no Brasil. Aprendemos com as referências ancestrais de pessoas que atravessaram a escravidão, metodologias de enfrentamento coletivos e ações contínuas, que também são organizadas dentro das necessidades de cada tempo.

A DOUTRINA DA TORTURA E DA MORTE: A POLÍCIA MILITAR PODE SER CONSIDERADA PARTE DA CLASSE TRABALHADORA?

Por Rafael Daguerre Antes de qualquer coisa, quero fazer uma pergunta a você, caro leitor, cara leitora. Você considera a Gestapo parte da classe trabalhadora da Alemanha nazista?  Gestapo é … Continue lendo A DOUTRINA DA TORTURA E DA MORTE: A POLÍCIA MILITAR PODE SER CONSIDERADA PARTE DA CLASSE TRABALHADORA?

RACISMO ESTRUTURAL DO JUDICIÁRIO

Seja no período escravocrata, ou com o processo histórico de criminalização de culturas, práticas e/ou territórios racializados, o Estado brasileiro vale-se historicamente de mecanismos legais para controle de corpos negros. O que não seria possível sem a anuência do sistema de justiça. Vale lembrar que o apartheid era legal, tal qual a escravização de modo que, fica claro que a legalidade é uma questão de poder e não, necessariamente, de justiça.

POLÍCIA E RACISMO

No mês de Maio, simbólico para a luta antirracista, a IDMJR questiona: Policial é Classe Trabalhadora? E lançamos o #MaioAntirracista com a divulgação de artigos e entrevistas ao longo de todo o mês. Neste 13/05, covidamos todes para conferir o instigante artigo: Polícia e Racismo produzido por Monique Cruz e Fábio Romão.

MÃES DE LUTA: PELO DIREITO À MEMÓRIA E JUSTIÇA RACIAL

Hoje no dia das mães, propomos refletir sobre a maternidade para mulheres que tiveram seus filhos assassinados pelo Estado, e que no dia de hoje perderam o direito de exercer, completamente, sua condição de mãe. Gerar e criar um filho para muitas mulheres, sobretudo as mulheres negras e periféricas é uma missão que exige delas mesmas uma capacidade absurda de responsabilidade, força e coragem.

MÃES DE LUTA

Em uma sociedade patriarcal e machista, são as mães pretas e pobres do Brasil que protagonizam uma luta de reação a violência do Estado, pautadas nas necessidades de garantia da memória, justiça e de reparação. Essa resistência tem como princípio o apoio mútuo entre elas, a passagem de vítima indireta para uma resistente que precisa manter vivo a memória de seus filhos.

ENTREVISTA COM RHAYSA RUAS: POLICIAL É CLASSE TRABALHADORA?

A necessidade da organização e articulação entre as demandas de classe, gênero e raça são urgentes no Brasil. Ainda sobre as reflexões e debates em torno da pergunta: Policial é classe trabalhadora? A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial escutou a advogada, pesquisadora e militante negra comunista Rhaysa Ruas que traçou um panorama sobre esse debate, alinhando a construção histórica da classes trabalhadora com a função social da polícia no curso das lutas sociais.

ENTREVISTA COM IBIS PEREIRA: POLICIAL É CLASSE TRABALHADORA?

O Estado que formula e estrutura essas opressões atua por meio de instituições, sendo uma delas a própria Polícia, que sob o véu da ação da Segurança Pública promove barbáries cotidianas. Porém, nesse mesmo cenário figura a pergunta: Policial é classe trabalhadora?
A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial, entrevistou o ex- comandante da PMERJ IBIS PEREIRA, que apresentou sua perspectiva sobre essa reflexão.