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TagJustiça Racial

A LUTA ANTIRRACISTA E O PAPEL DA BRANQUITUDE

Durante um mês a Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial conversou e realizou uma série jornalística com um dos maiores especialistas no tema sobre Branquitude no Brasil, o Professor e Doutor Lourenço Cardoso.

Hoje, encerramos a série de entrevistas  com o último episódio da coletânea falando sobre Assassinato de George Floyd, luta antirracista e o papel da Branquitude.

A BRANQUITUDE BRASILEIRA

Durante um mês a Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial conversou e realizou uma entrevista com um dos maiores especialistas no tema sobre Branquitude no Brasil, o Professor e Doutor Lourenço Cardoso. O que seria apenas uma entrevista no tema Branquitude e Segurança Pública, tornou-se em uma série jornalística dada a tamanha complexidade dos temas tratados e a importância dos debates sobre supremacia branca e violência policial.

MEMÓRIAS E RESISTÊNCIA ANCESTRAL NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DE ESTADO – UMA ENTREVISTA COM RAFAELA ALBERGARIA

Rafaela Albergaria é uma militante antirracista, abolicionista e feminista negra, assistente social, mestre em Serviço Social, pesquisadora em Direitos Humanos, Política Públicas e Racismo institucional.

Nessa entrevista, a Rafaela Albergaria contou um sobre os impactos das violências do Estado na vida do povo preto e favelado. Mas, também abordou a questão da resistência ancestral e da esperança na busca pela disputa de recontar as nossas histórias.

JUVENTUDES NEGRAS: MEMÓRIAS E TRAJETÓRIAS

Marcelle Decothé, mulher negra periférica, jovem Mestre em Políticas Públicas em Direitos Humanos pela UFRJ e Doutoranda em Sociologia pela PPGS/UFF, militante dos Direitos Humanos, integrante do Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro e do Movimento Favelas Na Luta e atualmente coordena a área de Incidência do Instituto Marielle Franco. Nesta entrevista conversamos sobre a questão da organização e dos processos de mobilizações nos territórios que antecedem os passos das Mulheres Negras diante da Luta Conta a Violência do Estado.

MULHERES NEGRAS MOVIMENTANDO A BAIXADA – UMA ENTREVISTA COM FÁTIMA MONTEIRO

Fátima Monteiro, mulher negra que luta pela a liberdade de todas as mulheres, também é agente comunitária de saúde em Jardim Gramacho, moradora de Duque de Caxias e atua com eixos de garantias de direitos da população. Integrante do Fórum de Mulheres, do Movimento Negro Unificado, da Comissão Pequena África e do coletivo Parem de Nos Matar, sempre na luta contra as opressões e pela liberdade do povo preto e nessa entrevista falará sobre as trajetórias percorridas, enfrentamentos contra as violências do Estado e das perspectivas de um futuro digno e feliz para as mulheres negras em nossa sociedade.

MÃE MENINAZINHA DE OXUM ERGUE A VOZ CONTRA OPRESSÃO RACIAL NA BAIXADA FLUMINENSE

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial, conversou com Mãe Meninazinha, sobre as celebrações deste dia 25.07.2020, Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha, onde há 28 anos atrás, uma rede de mulheres organizou em Santo Domingos, República Dominicana, um encontro para debater pautas e ações em combate às desigualdades raciais e de gênero que colocam a mulher negra na última categorização das hierarquias sociais, definindo este lugar excludente, como metodologia para subjugar os corpos e as necessidades de mulheres negras.

A LUTA HISTÓRICA CONTRA A VIOLÊNCIA DE ESTADO: UMA ENTREVISTA COM GLÁUCIA MARINHO

O combate ao racismo se faz por muitas vias, Mulheres Negras estão na vanguarda dessa luta. Abrindo essa série de entrevistas, vamos apresentar olhares e reflexões de mulheres negras que estão na linha de frente pela garantia de direitos básicos, na disputa pelo combate ao racismo, e sobretudo, na manutenção da memória preta.
Gláucia Marinho é uma dessas mulheres atravessada por inúmeras resistências.

POLÍTICA DE DROGAS E REPARAÇÃO HISTÓRICA

Assim sendo, falar de reparação pelos danos causados pela dita guerra é também tratar de justiça racial. Qualquer ato que vise uma efetiva reparação pelos danos causados em décadas de políticas proibicionistas, irá incidir, de sobremaneira, na população negra e territórios racializados. E isso se dará tanto no Brasil, tal qual já vem ocorrendo nos EUA.