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Quem Somos

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial é uma organização que atua com ações de enfrentamento à violência de Estado. Buscamos debater Segurança Pública na Baixada Fluminense a partir da centralidade do racismo.

A estrutura racista do Estado define as diferentes faces do genocídio para populações negras de periferias, subúrbios e favelas.

Nossa atuação territorial é desenvolvida na região da Baixada Fluminense – RJ e busca construção de políticas de segurança pública pautada na vida, na garantia do direito à memória para vítimas e familiares da violência de Estado com centralidade no enfrentamento ao racismo estrutural e reivindicação por justiça racial.

A IDMJR é composta por uma equipe de diferentes campos dos saberes que produz contra narrativas sobre violência de Estado e a luta antirracista nas periferias.

Eixos de Atuação

Equipe 

Coordenação Executiva

Fransérgio Goulart e Giselle Florentino

Assessoria Jurídica

Joel Luiz

Assessoria de Comunicação

Fernanda Nunes

Articulação e Mobilização das Juventudes

Rayssa Pereira

Assessoria de Comunicação e Audiovisual

Monique Rodrigues

Articulação e Mobilização Política

Nivia Raposo e Cristiano Silva

Conselho Político Consultivo

Glaucia Marinho

Integrante da coordenação colegiada da organização de Direitos Humanos Justiça Global. É formada em Comunicação Social pela PUC-Rio. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas. Atua nas temáticas de direito à cidade e segurança pública.  

Marcelle Decothé

Mulher preta e periférica, doutoranda em Sociologia (PPGS/UFF), mestre em Políticas Públicas em Direitos Humanos (PPDH/UFRJ), pesquisadora dos temas de raça e segurança pública, colabora com o Instituto Marielle Franco e faz parte do Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro.

Rose Cipriano

Professora da Educação Básica moradora de Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Ativista dos direitos humanos e da luta antirracista na Baixada.  Compõe no Fórum Municipal de Mulheres de Duque de Caxias, é membra do MNU- Movimento Negro Unificado e articuladora do Coletivo Feminista Negro e interseccional Coletivo Minas  da Baixada.

João Luís Silva

Co-fundador e coordenador da Ong Eu sou Eu. Estudante de direito,suplente no Mecanismo Estadual de Proteção e Combate à Tortura RJ e articulador social da Ong Rio de Paz.

Patricia Oliveira

Militante histórica do campo dos Direitos Humanos, familiar vítima da Chacina da Candelária, fundadora da Rede de Comunidades e Movimento contra a violência, membra da Frente Estadual pelo Desencarceramento RJ, fomentou por vários estados do Brasil a criação dos Mecanismos de Combate à Tortura, integrou o Mecanismo Estadual de Combate à Tortura do estado do RJ até 2019. Militante com premiações internacionais e nacionais pelo trabalho e militância realizada no campo da Segurança Pública e dos direitos humanos.

Henrique Silveira

Geógrafo e possui mestrado em Cultura e Comunicação, ambos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente é coordenador executivo da Casa Fluminense, um espaço permanente para o debate e a construção de políticas públicas no Rio de Janeiro. Antes, trabalhou como analista de responsabilidade social do SESC-Rio. Também trabalhou no Instituto Pereira Passos, como Gestor Local do Programa UPP Social, e no IBGE, como supervisor no Censo 2010. Seus principais interesses são em desenvolvimento urbano, desigualdades sociais e participação social.

Lúcia Xavier

Coordenadora geral da ONG Criola, Assistente Social, formada pela Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuou no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente e no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, representando a Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras/AMNB (2004). Recebeu a Medalha do Reconhecimento Chiquinha Gonzaga conferida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Membra do Comitê Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50–50 em 2030 da ONU Mulheres.

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