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BRANQUITUDE E A DIFICULDADE DE DEFENDER A ABOLIÇÃO DA POLÍCIA

A grande parte da branquitude crítica² brasileira que trabalham e militam com pesquisas sobre segurança pública no campo de direitos humanos, não estão dispostos a fazer o enfrentamento da discussão do Abolicionismo das Polícias como uma temática estrutural para impedir o cotidiano genocídio do povo negro.

PROJETO DE LEI: DIVULGAÇÃO DA LISTA DE ASSASSINOS DE POLICIAIS

Para Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial-Baixada Fluminense RJ trata- se de mais uma ação da bancada da bala para exercer o controle dos corpos negros e/ou periféricos, além de potencializar a Milicialização da Política de Segurança Pública do Estado do RJ.

8 MESES DE PROIBIÇÃO DAS OPERAÇÕES POLICIAIS

Chegamos aos 8 meses da proibição da realização de operações policiais durante o período de isolamento social em todo o território do Rio de Janeiro, a IDMJR segue acompanhando e sistematizando os principais impactos da liminar expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin no dia 06 de junho de 2020 – ressalta-se que esta liminar foi expedida antes dos pareceres do STF para ADPF 635¹.

PRODUÇÃO DA MORTE EM BELFORD ROXO

Dado esse contexto, conseguimos entender a latente produção de morte no capitalismo dependente brasileiro e em áreas predominantemente pretas não há limites para produção de morte cotidiana, como o caso de Belford Roxo. Em que a execução de corpos negros diariamente não gera comoção popular e nem visibilidade midiática.

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