Ir para conteúdo
Últimas

RACISMO ESTRUTURAL DO JUDICIÁRIO

Seja no período escravocrata, ou com o processo histórico de criminalização de culturas, práticas e/ou territórios racializados, o Estado brasileiro vale-se historicamente de mecanismos legais para controle de corpos negros. O que não seria possível sem a anuência do sistema de justiça. Vale lembrar que o apartheid era legal, tal qual a escravização de modo que, fica claro que a legalidade é uma questão de poder e não, necessariamente, de justiça.

POLÍCIA E RACISMO

No mês de Maio, simbólico para a luta antirracista, a IDMJR questiona: Policial é Classe Trabalhadora? E lançamos o #MaioAntirracista com a divulgação de artigos e entrevistas ao longo de todo o mês. Neste 13/05, covidamos todes para conferir o instigante artigo: Polícia e Racismo produzido por Monique Cruz e Fábio Romão.

MÃES DE LUTA: PELO DIREITO À MEMÓRIA E JUSTIÇA RACIAL

Hoje no dia das mães, propomos refletir sobre a maternidade para mulheres que tiveram seus filhos assassinados pelo Estado, e que no dia de hoje perderam o direito de exercer, completamente, sua condição de mãe. Gerar e criar um filho para muitas mulheres, sobretudo as mulheres negras e periféricas é uma missão que exige delas mesmas uma capacidade absurda de responsabilidade, força e coragem.

MÃES DE LUTA

Em uma sociedade patriarcal e machista, são as mães pretas e pobres do Brasil que protagonizam uma luta de reação a violência do Estado, pautadas nas necessidades de garantia da memória, justiça e de reparação. Essa resistência tem como princípio o apoio mútuo entre elas, a passagem de vítima indireta para uma resistente que precisa manter vivo a memória de seus filhos.

ENTREVISTA COM RHAYSA RUAS: POLICIAL É CLASSE TRABALHADORA?

A necessidade da organização e articulação entre as demandas de classe, gênero e raça são urgentes no Brasil. Ainda sobre as reflexões e debates em torno da pergunta: Policial é classe trabalhadora? A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial escutou a advogada, pesquisadora e militante negra comunista Rhaysa Ruas que traçou um panorama sobre esse debate, alinhando a construção histórica da classes trabalhadora com a função social da polícia no curso das lutas sociais.

ENTREVISTA COM IBIS PEREIRA: POLICIAL É CLASSE TRABALHADORA?

O Estado que formula e estrutura essas opressões atua por meio de instituições, sendo uma delas a própria Polícia, que sob o véu da ação da Segurança Pública promove barbáries cotidianas. Porém, nesse mesmo cenário figura a pergunta: Policial é classe trabalhadora?
A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial, entrevistou o ex- comandante da PMERJ IBIS PEREIRA, que apresentou sua perspectiva sobre essa reflexão. 

A RESISTÊNCIA DE MULHERES NEGRAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A subjugação da mulher perpassa por todas as instâncias sociais, principalmente no caso das mulheres negras que são submetidas desde jornadas triplas de trabalho, menores remunerações, objetificação e sexualização do corpo, pouca representatividade política e maiores chances de serem assassinadas e abusadas. As histórias das mulheres negras estão permeadas por resistência, ancestralidade e luta por sobrevivência diária. Por isso, escolhemos contar um pouco da história de uma militante negra importantíssima na luta contra violência de Estado na Baixada Fluminense.

MAB – UM MOVIMENTO COMUNITÁRIO NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO

O Movimento das Associações de Moradores de Nova Iguaçu – MAB marcou historicamente a cena politica de Nova Iguaçu, desde a organização de lutas pelo direito à cidade, como acesso a água, saneamento básico e energia elétrica até o enfrentamento cotidiano a Violência de Estado na Baixada em uma época de domínio dos grupos de extermínios nos bairros. Por isso, Luiz Bruno, uma importante liderança iguaçuana dos movimentos comunitários nos brindou com esta estigante entrevista sobre a fundação e atuação do MAB.

MÃE BEATA DE IEMANJÁ: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Não é possível recontar a história de luta contra a brutal violência do Estado na Baixada Fluminense sem falar de uma figura histórica da região, que para além da sua enorme contribuição religiosa também se destacou pelo seu enfrentamento e combatividade en defesa dos direitos humanos em áreas faveladas e periféricas: Mãe Beata, uma liderança religiosa, militante, escritora e intelectual que construiu um legado de luta e resistência na Baixada Fluminense.

LUTAS SOCIAIS NA CLANDESTINIDADE DURANTE A DITADURA MILITAR

A campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial quer protagonizar essas memórias no intuito de valorizar a luta que se faz silenciosa e cotidianamente. Nessa entrevista apresentamos o militante Ernande Silva, que faz parte do cenário das resistências pelo direito à vida, cidadania e liberdade na baixada.