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14 MESES DE PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS

Já são 14 meses de proibição da realização de operações policiais durante o período de isolamento social em todo o território do Rio de Janeiro, a IDMJR segue acompanhando e sistematizando os principais impactos da liminar expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin no dia 06 de junho de 2020 – ressalta-se que esta liminar foi expedida antes dos pareceres do STF para ADPF 635¹.

ARMAS NÃO LETAIS: MATAM!

utalidade policial, as forças de repressão dos EUA têm rotineiramente disparado balas de borracha contra manifestantes desarmados, de Minneapolis a Los Angeles, Phoenix a Nashville etc. Essas armas “não-letais” ou menos letais se tornaram uma ferramenta padrão do policiamento nos EUA, juntamente com gás lacrimogêneo e spray de pimenta, usadas livremente contra manifestantes e jornalistas.

BAIXADA FLUMINENSE: TERRITÓRIOS, DISPUTAS E AÇÃO COLETIVA DE MULHERES NEGRAS

Desenvolver ações e morar dentro de um mesmo território é um grande desafio para mulheres  negras na Baixada Fluminense. O cuidado com o outro precisa ser cercado de inúmeros autocuidados que nem sempre essas mulheres têm condições e tempo de realizar. 25 de Julho com a celebração de Mulheres Negras, Latino Americana e Caribenhas mostra também um panorama de barreiras que mulheres lidam dia a dia, na tentativa de tornar seus territórios menos desiguais. O projeto Apadrinhe um Sorriso, trouxe um impacto positivo para muitas crianças e suas famílias, entretanto sua idealizadora e nossa convidada apresentou reflexões fundamentais sobre território da baixada e suas especificidades. 

VIDAS LGBTQIA+ E A LUTA PARA EXISTIR

Neste 25 de Julho, dia da Mulher Negra, Latino Americana e Caribenha, celebração pela vida de Tereza de Benguela e marco da força e união de mulheres negras no enfrentamento às violências, a gente aponta mais um debate fundamental: Onde estão as mulheres negras trans, travestis e lésbicas nos lugares de reivindicação compartilhados pela luta coletiva? Nossa entrevista Gilmara Cunha traz reflexões importantes sobre esses contextos.

EXUMAÇÃO, O REVIVER DA DOR

O Estado e seus aparatos de segurança conseguem adoecer as mães e familiares antes, durante e após a perda dos seus entes. No dia do enterro ouvimos lamentações e condolências. Porém, em meio a tantas dores, quase não ouvimos as palavras de afeto. Seguimos o cortejo com o coração partido e em frangalhos. Estamos sofrendo a dor da perda. Essa dor é invisível, mas nos consome de um jeito que “só quem perde sabe “ (frase muito repetida por quem perde um ente querido).

A ELITE NEGRA NÃO NOS SALVARÁ

Claro, para uma pessoa negra, especialmente um sobrevivente da epidemia de crack, se tornar um bilionário soa como a melhor história de sonho americana. Jay-Z é a definição de trapos para riquezas, um bom e velho se puxar para cima pela história de bootstraps. No entanto, esse genocídio que enfrentamos não é sobre a exceção, é sobre a regra. Este é o problema coletivo que enfrentamos. A ELITE PRETA NÃO NOS SALVARÁ.

13 MESES DE PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS

Já são 13 meses de proibição da realização de operações policiais durante o período de isolamento social em todo o território do Rio de Janeiro, a IDMJR segue acompanhando e sistematizando os principais impactos da liminar expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin no dia 06 de junho de 2020 – ressalta-se que esta liminar foi expedida antes dos pareceres do STF para ADPF 635¹.

COMO CONSTRUIR POLÍTICA POPULAR EM TERRITÓRIOS DE MILÍCIAS?

Por isso, quando as políticas públicas são colocadas como exclusivamente um mecanismo de promover igualdade para todos é tentar imputar a humanização de um sistema de modo de produção de vida programado para gerar miséria. Na Baixada a organização das políticas públicas sempre estiveram mediadas pela colonização, antes dos coronéis, posteriormente dos militares e atualmente dos milicianos.

RESIDÊNCIA IDMJR: DROGAS, RACISMO E SAÚDE NA BAIXADA FLUMINENSE

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial abre mais uma possibilidade de debate, que atravessa de forma estrutural e bem organizada a segurança pública na sua gestão da morte. Com indicativos reais sobre a racialização do território, as desigualdades legislativas, a política de ausências e a criminalização histórica, buscaremos provocar reflexões na tentativa de ampliarmos olhares sobre esses temas e mais ainda mobilizar a juventude em processos coletivos de emancipação do nosso povo.