Ir para conteúdo
Últimas

10 MESES DE PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS

Já são 10 meses de proibição da realização de operações policiais durante o período de isolamento social em todo o território do Rio de Janeiro, a IDMJR segue acompanhando e sistematizando os principais impactos da liminar expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin no dia 06 de junho de 2020 – ressalta-se que esta liminar foi expedida antes dos pareceres do STF para ADPF 635¹.

ABOLIÇÃO DAS POLÍCIAS: UMA PESQUISA DE OPINIÃO SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial percebe a importância de estimular o debate público sobre como os indivíduos avaliam o atual sistema de segurança pública brasileira, bem como, a possibilidade e o interesse de pensar em um mundo sem polícias e sem prisões.
Por isso, entendemos a importância de criar um diagnóstico sobre a relação da polícia com a sociedade, bem como, qual o atual impacto social do debate de abolicionismo das polícias e prisional.

A URGÊNCIA DA ABOLIÇÃO DA POLÍCIA E UMA NOTA SOBRE ANTIRRACISMO MORAL

Como já havia ocorrido em anos anteriores diante de casos como este, nos EUA, houve forte reação de vários setores do movimento negro, com manifestações em torno do lema Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado junto ao movimento em 2013. Mas o pequeno deslocamento se deu pela emergência, em meio aos protestos, de uma demanda bem concreta, pontual e imediata: a abolição da polícia.

O CIDADÃO POLÍCIA: A OFENSIVA CRISTÃ NO DEBATE DE SEGURANÇA PÚBLICA

Desde o processo de invasão do Brasil, passando pelos processos escravagistas, foi se criando por parte do Estado a distinção de cidadão de bem e inimigos públicos. Em que o cidadão de bem colabora com o Estado e exerce sua cidadania de forma plena e goza de direitos sociais. Por outro lado, foi criado o inimigo público, o alvo a ser confrontado, a parcela da população a ser extinta, a criminalização da pobreza.

ANALISANDO A ESCRAVIDÃO: A SEGURANÇA PÚBLICA COMO MÉTODO DE VIGILÂNCIA E PUNIÇÃO

No complexo debate da historiografia, como pensar essas estruturas exploratórias por meio da vigilância dos corpos, que na escravidão foi definidora das hierarquias, alicerçando funções de trabalho, inicialmente como os feitores e capatazes, nos períodos seguintes torna-se o trabalho da Guarda Nacional, posteriormente Polícia Militar, e seguindo a atualização dos sistemas escravagistas / capitalistas estrutura-se nos modelos do que temos na ideia atual de Segurança Pública, e segue cumprindo sua função de limpeza étnica e genocída.

8ºPODCAST IDMJR: CHACINA DA BAIXADA

Confira a entrevista exclusiva que a Silvânia Azevedo, irmã de Renato Azevedo que foi uma das vítimas da maior Chacina que ocorreu na Baixada Fluminense, que deixou um rastros de violência e destruição deixados nos trechos de Nova Iguaçu à Queimados que resultou em 29 pessoas assassinadas.

9 MESES DE PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS

Chegamos aos 9 meses da proibição da realização de operações policiais durante o período de isolamento social em todo o território do Rio de Janeiro, a IDMJR segue acompanhando e sistematizando os principais impactos da liminar expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin no dia 06 de junho de 2020 – ressalta-se que esta liminar foi expedida antes dos pareceres do STF para ADPF 635¹.

LANÇAMENTO DO BOLETIM FEMINICÍDIOS E AS MILÍCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Para relembrar as que vieram antes de nós neste Dia Internacional da Mulher, a Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial está promovendo a Campanha #8MdasPretas para resgatar o protagonismo das mulheres negras na luta por direitos sociais femininos. Por isso, convidamos a todes a participar da Live de Lançamento do Boletim de Feminicídios e as Milícias na Baixada Fluminense às 18h no Facebook da Iniciativa.