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HIDRA IGUAÇUANA: UM PASSADO DE LUTAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A resistência pautada na trajetória de mulheres negras na Baixada Fluminense, rememora a fundação desses territórios, pela organização social do Quilombos, que durante boa parte do regime escravagista no Brasil, existiu como enfrentamento à violência e ressignificação das vivências africanas no “Novo Mundo”. Fruto do epistemicídio devido ao racismo estrutural fundante da sociedade brasileira, o legado do nosso povo não é contado nos livros de história, que intensifica ainda mais a invisibilidade e o desconhecimento do legado de resistência e protagonismo do nosso povo na história do país.

CAMPANHA 30 DE ABRIL – DIA DA BAIXADA: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial – IDMJR tem por um dos seus eixos de trabalho/militância a garantia da memória e não esquecimento do legado do nosso povo. Por isso, iniciamos hoje a Campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado que busca reafirmar que nossos passos na luta contra a violência do Estado na Baixada Fluminense vêm de muito longe. A Campanha pretende publicar 06 entrevistas com lideranças comunitárias , militantes e pesquisadores falando de movimentos e organizações sociais que lutaram e lutam contra a violência do Estado na Baixada e uma mini biografia sobre uma das principais lideranças da Baixada.

CHACINA EM MIGUEL COUTO DURANTE A QUARENTENA DO COVID-19

Acabamos de receber informações que no final da noite de 23 de abril, dia de São Jorge para os católicos ou Ogum para os de Axé, mais uma Chacina acaba de acontecer na Baixada Fluminense-RJ.
Informações relatam que homens passaram e atiraram para dentro de uma padaria no Parque Samá no bairro da Grama em Miguel Couto – Nova Iguaçu executando 3 pessoas e deixando vários feridos no local.

LANÇAMENTO DO BOLETIM ESPECIAL IDMJR: COVID-19 E AS MILÍCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Mesmo em tempos de quarentena, o braço armado do Estado promove o genocídio letal da população negra, pobre, favelada e periférica. Por isso, a IDMJR reuniu informações das operações policias e atuação das milícias na Baixada durante o período de isolamento social. No dia 30/04 será realizada uma Live de Lançamento da Edição Especial do Boletim da IDMJR: Covid-19 e as Milícias na Baixada Fluminense.

LIVE DA IDMJR: ADPF 635 – OPERAÇÕES POLICIAIS NA BAIXADA FLUMINENSE

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial – IDMJR vem propor uma Live para discutirmos a ADPF 635 que foi ajuizada em novembro de 2019 no Supremo Tribunal Federal, que questiona a política de segurança pública genocida realizada pelo Estado do Rio de Janeiro. E também vamos contar com o Pré-Lançamento do Boletim Especial sobre Covid-19 e as Milícias na Baixada Fluminense. Uma análise da operações policiais e atuação das milícias na Baixada durante o período de isolamento social.

NOTA DE APOIO A ADPF 635

A IDMJR junto com outras organizações e Movimentos sociais através da divulgação desta nota pública busca apresentar seu posicionamento e completo apoio às propostas da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 635.

COVID-19: DESAPARECIMENTOS FORÇADOS E A SUSPENSÃO DE REGISTROS DE ÓBITOS

A portaria publicada pelo Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Justiça propiciam que durante o contexto do COVID-19, fica autorizado para os estabelecimentos de saúde e na ausência de familiares ou pessoas conhecidas do falecido, enviar os corpos direto para cemitérios para realizarem cremações e sepultamentos sem a necessidade da devida certidão civil de óbito, precisando apenas da declaração do óbito.

AMANHÃ É DIA DE VISITA!

Muitas realidades poderiam ser apresentadas, cada família tem uma narrativa e uma maneira peculiar de reagir a visita no sistema prisional. Contudo, ir à prisão e enfrentar a via dolorosa é extremamente desgastante. Há todo um processo para acessá-la, saber a relação de itens e valores permitidos, as roupas a serem usadas, as vasilhas que devem ser levadas. Tudo conforme os critérios estabelecidos na resolução da Seap e dos(as) guardas.

TESTAGEM MASSIVA DE COVID-19 É UM DIREITO!

“A situação é muito pior!” afirma o Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (Nois), da PUC do RJ com relação ao Covid-19. A falta de testagem em pacientes suspeitos mascaram a situação. O Estado do Rio de Janeiro que está entre os dez estados brasileiros que menos notificam os casos de Covid-19.

COVID-19: A IMPORTÂNCIA DA TESTAGEM MASSIVA

Países que priorizaram a testagem massiva e ampla para todes como Coréia do Sul, China e Alemanha junto com a estratégia do isolamento social foram os que começaram a exibir melhores resultados no controle da pandemia e conseguiram sair da curva de pico da morte cotidiana para números mais baixos de infectados.

MOVIMENTO EM RAZÃO DA ARTE: A TRUPE DO M.E.R.D.A CRIANDO PONTES NA BAIXADA FLUMINENSE

A juventude na Baixada Fluminense é um canal efervescente de diálogo e reorganização da luta histórica contra as opressões sociais e raciais. Impostas pelo Estado brasileiro, a ausências de todo tipo de serviço e espaço público de qualidade, reverberam na maneira como as periferias excluem a importância desses mesmos jovens no processo de reflexão acerca do desenvolvimento dos territórios em que estão inseridos.

LEMBRAR PRA NÃO ESQUECER: RENATO, PRESENTE!

Nesse mês de março, a maior Chacina que ocorreu na Baixada Fluminense, completará 15 anos. Dentre os rastros de violência e destruição deixados nos trechos de Nova Iguaçu à Queimados no dia 31 de março de 2005, em meio aos 29 corpos que tiveram suas vidas interrompidas, estava Renato de Azevedo.

31 DE MARÇO: DA DITADURA MILITAR À MILICIALIZAÇÃO DA VIDA

Após um rápido levantamento com o nosso povo, posso afirmar que pouquíssimas pessoas indicaram Golpe Civil-Empresarial-Militar de 1964 e muito menos da Chacina da Baixada acontecida na Baixada Fluminense no ano de 2005. Portanto, o Estado ao apagar nossas memórias reproduz uma das ferramentas mais racistas na manutenção do capitalismo: o apagamento histórico, um genocídio cultural que retira a nossa herança histórica.