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TagRacismo

ARMAS NÃO LETAIS: MATAM!

utalidade policial, as forças de repressão dos EUA têm rotineiramente disparado balas de borracha contra manifestantes desarmados, de Minneapolis a Los Angeles, Phoenix a Nashville etc. Essas armas “não-letais” ou menos letais se tornaram uma ferramenta padrão do policiamento nos EUA, juntamente com gás lacrimogêneo e spray de pimenta, usadas livremente contra manifestantes e jornalistas.

BAIXADA FLUMINENSE: TERRITÓRIOS, DISPUTAS E AÇÃO COLETIVA DE MULHERES NEGRAS

Desenvolver ações e morar dentro de um mesmo território é um grande desafio para mulheres  negras na Baixada Fluminense. O cuidado com o outro precisa ser cercado de inúmeros autocuidados que nem sempre essas mulheres têm condições e tempo de realizar. 25 de Julho com a celebração de Mulheres Negras, Latino Americana e Caribenhas mostra também um panorama de barreiras que mulheres lidam dia a dia, na tentativa de tornar seus territórios menos desiguais. O projeto Apadrinhe um Sorriso, trouxe um impacto positivo para muitas crianças e suas famílias, entretanto sua idealizadora e nossa convidada apresentou reflexões fundamentais sobre território da baixada e suas especificidades. 

A ELITE NEGRA NÃO NOS SALVARÁ

Claro, para uma pessoa negra, especialmente um sobrevivente da epidemia de crack, se tornar um bilionário soa como a melhor história de sonho americana. Jay-Z é a definição de trapos para riquezas, um bom e velho se puxar para cima pela história de bootstraps. No entanto, esse genocídio que enfrentamos não é sobre a exceção, é sobre a regra. Este é o problema coletivo que enfrentamos. A ELITE PRETA NÃO NOS SALVARÁ.

BRANQUITUDE, ESQUECIMENTO E RACISMO

Era o ano de 2019, quando um militante de um movimento social que se colocava como um desconstruído na luta antirracista e que dizia reconhecer seus privilégios, realizou uma série de ações racistas contra um corpo de uma mulher negra, também militante.

#DIADABAIXADA E ATUAÇÃO DA INICIATIVA

A IDMJR tem por um dos seus eixos de trabalho/militância a garantia da memória e não esquecimento do legado do nosso povo. Por isso, iniciamos hoje as comemorações do 30 de abril – Dia da Baixada. Memórias e Resistências contra a violência do Estado que busca reafirmar que nossos passos na luta vêm de muito longe!

GEORGE FLOYD: DO ASSASSINATO AO JULGAMENTO

Durante a última semana o julgamento do policial Derek Chauvin que assassinou George Floyd mobilizou o mundo inteiro, e não foi diferente aqui no Brasil. Com o resultado do julgamento e o policial sendo declarado culpado, movimentos e Organizações negras e de direitos humanos celebraram essa condenação, mas a reflexão que desejamos partilhar com vocês é: será que toda essa celebração não pode potencializar o direito penal ou criminal que nos mata e encarcera todo o dia? Será que essa condenação , resolverá o problema da Violência policial nos EUA contra a população negra?

O CIDADÃO POLÍCIA: A OFENSIVA CRISTÃ NO DEBATE DE SEGURANÇA PÚBLICA

Desde o processo de invasão do Brasil, passando pelos processos escravagistas, foi se criando por parte do Estado a distinção de cidadão de bem e inimigos públicos. Em que o cidadão de bem colabora com o Estado e exerce sua cidadania de forma plena e goza de direitos sociais. Por outro lado, foi criado o inimigo público, o alvo a ser confrontado, a parcela da população a ser extinta, a criminalização da pobreza.

ANALISANDO A ESCRAVIDÃO: A SEGURANÇA PÚBLICA COMO MÉTODO DE VIGILÂNCIA E PUNIÇÃO

No complexo debate da historiografia, como pensar essas estruturas exploratórias por meio da vigilância dos corpos, que na escravidão foi definidora das hierarquias, alicerçando funções de trabalho, inicialmente como os feitores e capatazes, nos períodos seguintes torna-se o trabalho da Guarda Nacional, posteriormente Polícia Militar, e seguindo a atualização dos sistemas escravagistas / capitalistas estrutura-se nos modelos do que temos na ideia atual de Segurança Pública, e segue cumprindo sua função de limpeza étnica e genocída.

6 MESES DE PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS

Ao longo de 6 meses de implementação da liminar que impede as operações policiais no território fluminense, identificamos um total de 171 operações policiais ocorridas apenas na Baixada Fluminense. Sendo 89% das operações policiais realizadas na região são feitas pela Polícia Militar e 11% pela Polícia Civil.
Estamos assistindo ao completo descaso no cumprimento da liminar que proíbe as operações policiais durante a quarentena – desde que em circunstâncias excepcionais. Portanto, todas essas ações que continuam acontecendo no território são ilegais e descumpre uma liminar do STF.

CONFIRA: DOSSIÊ DE OLHO NA ALERJ

O Dossiê De Olho na Alerj é fruto do nosso projeto de monitoramento e sistematização das ações e proposições legislativas no campo da Segurança Pública na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Uma realização da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial com a parceria da Rede de Comunidades e Movimento contra a Violência, Justiça Global e apoio do Fundo Saap/ Fase.