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TagMulheres Negras

MEMÓRIAS E RESISTÊNCIA ANCESTRAL NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DE ESTADO – UMA ENTREVISTA COM RAFAELA ALBERGARIA

Rafaela Albergaria é uma militante antirracista, abolicionista e feminista negra, assistente social, mestre em Serviço Social, pesquisadora em Direitos Humanos, Política Públicas e Racismo institucional.

Nessa entrevista, a Rafaela Albergaria contou um sobre os impactos das violências do Estado na vida do povo preto e favelado. Mas, também abordou a questão da resistência ancestral e da esperança na busca pela disputa de recontar as nossas histórias.

JUVENTUDES NEGRAS: MEMÓRIAS E TRAJETÓRIAS

Marcelle Decothé, mulher negra periférica, jovem Mestre em Políticas Públicas em Direitos Humanos pela UFRJ e Doutoranda em Sociologia pela PPGS/UFF, militante dos Direitos Humanos, integrante do Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro e do Movimento Favelas Na Luta e atualmente coordena a área de Incidência do Instituto Marielle Franco. Nesta entrevista conversamos sobre a questão da organização e dos processos de mobilizações nos territórios que antecedem os passos das Mulheres Negras diante da Luta Conta a Violência do Estado.

MULHERES NEGRAS MOVIMENTANDO A BAIXADA – UMA ENTREVISTA COM FÁTIMA MONTEIRO

Fátima Monteiro, mulher negra que luta pela a liberdade de todas as mulheres, também é agente comunitária de saúde em Jardim Gramacho, moradora de Duque de Caxias e atua com eixos de garantias de direitos da população. Integrante do Fórum de Mulheres, do Movimento Negro Unificado, da Comissão Pequena África e do coletivo Parem de Nos Matar, sempre na luta contra as opressões e pela liberdade do povo preto e nessa entrevista falará sobre as trajetórias percorridas, enfrentamentos contra as violências do Estado e das perspectivas de um futuro digno e feliz para as mulheres negras em nossa sociedade.

MÃE MENINAZINHA DE OXUM ERGUE A VOZ CONTRA OPRESSÃO RACIAL NA BAIXADA FLUMINENSE

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial, conversou com Mãe Meninazinha, sobre as celebrações deste dia 25.07.2020, Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha, onde há 28 anos atrás, uma rede de mulheres organizou em Santo Domingos, República Dominicana, um encontro para debater pautas e ações em combate às desigualdades raciais e de gênero que colocam a mulher negra na última categorização das hierarquias sociais, definindo este lugar excludente, como metodologia para subjugar os corpos e as necessidades de mulheres negras.

A LUTA HISTÓRICA CONTRA A VIOLÊNCIA DE ESTADO: UMA ENTREVISTA COM GLÁUCIA MARINHO

O combate ao racismo se faz por muitas vias, Mulheres Negras estão na vanguarda dessa luta. Abrindo essa série de entrevistas, vamos apresentar olhares e reflexões de mulheres negras que estão na linha de frente pela garantia de direitos básicos, na disputa pelo combate ao racismo, e sobretudo, na manutenção da memória preta.
Gláucia Marinho é uma dessas mulheres atravessada por inúmeras resistências.

O CUIDADO E O AFETO COMO FORMA DE ENFRENTAMENTO AO COVID-19

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial esteve reunida com 60 familiares vítimas da violência do Estado, que perderam seus entes queridos pela mãos da polícia e das milícias e outros que sofreram ou sofrem com o sistema prisional, foram dois encontros realizados no espaço do MAB (Nova Iguaçu) e no Galpão Criativo Goméia (Duque de Caxias) seguindo todos os protocolos sanitários.

HERANÇA QUILOMBOLA: MARIA CONGA EM MAGÉ – BAIXADA FLUMINENSE

Toda história de insurreição e resistência que a população afrodescendente constrói na história da luta contra opressão e violência de Estado, tem seu começo no enfrentamento a escravidão negra no Brasil. Aprendemos com as referências ancestrais de pessoas que atravessaram a escravidão, metodologias de enfrentamento coletivos e ações contínuas, que também são organizadas dentro das necessidades de cada tempo.

MÃES DE LUTA: PELO DIREITO À MEMÓRIA E JUSTIÇA RACIAL

Hoje no dia das mães, propomos refletir sobre a maternidade para mulheres que tiveram seus filhos assassinados pelo Estado, e que no dia de hoje perderam o direito de exercer, completamente, sua condição de mãe. Gerar e criar um filho para muitas mulheres, sobretudo as mulheres negras e periféricas é uma missão que exige delas mesmas uma capacidade absurda de responsabilidade, força e coragem.

MÃES DE LUTA

Em uma sociedade patriarcal e machista, são as mães pretas e pobres do Brasil que protagonizam uma luta de reação a violência do Estado, pautadas nas necessidades de garantia da memória, justiça e de reparação. Essa resistência tem como princípio o apoio mútuo entre elas, a passagem de vítima indireta para uma resistente que precisa manter vivo a memória de seus filhos.

ENTREVISTA COM RHAYSA RUAS: POLICIAL É CLASSE TRABALHADORA?

A necessidade da organização e articulação entre as demandas de classe, gênero e raça são urgentes no Brasil. Ainda sobre as reflexões e debates em torno da pergunta: Policial é classe trabalhadora? A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial escutou a advogada, pesquisadora e militante negra comunista Rhaysa Ruas que traçou um panorama sobre esse debate, alinhando a construção histórica da classes trabalhadora com a função social da polícia no curso das lutas sociais.

A RESISTÊNCIA DE MULHERES NEGRAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A subjugação da mulher perpassa por todas as instâncias sociais, principalmente no caso das mulheres negras que são submetidas desde jornadas triplas de trabalho, menores remunerações, objetificação e sexualização do corpo, pouca representatividade política e maiores chances de serem assassinadas e abusadas. As histórias das mulheres negras estão permeadas por resistência, ancestralidade e luta por sobrevivência diária. Por isso, escolhemos contar um pouco da história de uma militante negra importantíssima na luta contra violência de Estado na Baixada Fluminense.

MEMÓRIAS DAS RESISTÊNCIAS

Em tempos de desonestidades intelectuais e apropriações indevidas, como não incluir a luta das mulheres no decorrer da História do Brasil. Se fizermos uma perspectiva histórica poderíamos notar o quanto as mulheres foram invisibilizadas pela historiografia, sobretudo porque as produções acadêmicas estavam presas a um passado recente, onde valorizavam-se obras consideradas como clássicos.

2° AULA DO CURSO PLP DE SEGURANÇA PÚBLICA: RACISMO E CAPITALISMO

E nesse último sábado (14/7) no Galpão Goméia Criativo, as mulheres do Curso PLP, em sua maioria mulheres negras, estiveram reunidas para 2ª aula: Capitalismo e Racismo. Antes do início da aula tivemos o Amanhecer #14M por Marielle e Anderson com produções de cartazes que afirmaram o direito à memória e a construção na prática e no cotidiano da política do não esquecimento.