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PROJEÇÃO – NÃO AO ARMAMENTO DA GUARDA MUNICIPAL DE CAXIAS

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial em parceria com o Coletivo Minas da Baixada, Favelas na Luta e o Movimenta Caxias promovemos a intervenção política cultural “Projeção por Direitos” na Praça do Pacificador em Duque de Caxias para denunciarmos essa ação da prefeitura de Caxias e afirmarmos que não precisamos de mais armas nas ruas de Duque de Caxias.

COVID-19: DROGAS E ARMAS – OS IMPACTOS DA PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS NAS FAVELAS

Os decretos de isolamento social em todo o mundo por conta do rápido contágio e expansão da pandemia de Covid-19, levaram ao fechamento de fronteiras e transportes internacionais impactando diretamente no comércio internacional de drogas e armamentos. Logo, escancarando a íntima relação entre as organizações que comandam a violência urbana e a estrutura interna dos Estados, seja através de seus falhos esquemas de fiscalização ou articulação e negociação direta com as lideranças de facções, máfias, maras e grandes organizações de comércio de armas e drogas para garantir manutenção da lucratividade e poderio do comércio dito ilegal.

OPERAÇÕES POLICIAIS DURANTE A QUARENTENA NA BAIXADA

No início de março, o Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou isolamento social em todo o território fluminense. O que deveria significar a diminuição das operações policiais em favelas e periferias. Porém, essa não foi a realidade. A IDMJR sistematizou os registros de Operações Policiais na Baixada Fluminense ao longo de todo este ano. Após 90 dias de quarentena, a IDMJR registrou a ocorrência de 105 operações policiais na Baixada Fluminense com 23 pessoas assassinadas e 42 feridos.

É POSSÍVEL O FIM DA POLÍCIA?

Devido aos debates acumulados anteriormente, entendemos que a Polícia não faz parte da classe trabalhadora. Haja vista, em uma sociedade capitalista é impensável a inexistência da polícia, justamente porque é a instituição que possui a função social de ser o braço armado do Estado para garantir o direito inviolável da propriedade privada e a manutenção da ordem burguesa. Logo, garantindo ao capital a continuidade da expropriação baseada no racismo, no patriarcado e na subjugação de povos.

COVID-19: O ESTADO E A SUA POLÍTICA DE CONTROLE E VIGILÂNCIA

Em nome da Lei e da Ordem, o Estado tem exercido políticas de controle e vigilância, sempre a partir do ordenamento jurídico que define a ilegalidade e legalidade. Partindo desta questão, buscamos fomentar uma reflexão sobre a pandemia de Covid-19 e sua relação com o aumento do controle de corpos, que dada a urgência da conjuntura de manutenção do isolamento social, também potencializa os processos que estigmatização e discriminação da população pobre e negra periférica.

JUSTIÇA PARA GEORGE FLOYD

O artigo de Adam Bledsoe, professor de Geografia da Universidade de Minnesota, relata o assassinato de Geoger Floyd pela polícia norte-americana. Através da sua vivência como um homem negro, compartilha com a IDMJR, como tem sido a vida em Minneapolis durante os sucessivos dias de protestos e também de profunda repressão do Estado.

A DOUTRINA DA TORTURA E DA MORTE: A POLÍCIA MILITAR PODE SER CONSIDERADA PARTE DA CLASSE TRABALHADORA?

Por Rafael Daguerre Antes de qualquer coisa, quero fazer uma pergunta a você, caro leitor, cara leitora. Você considera a Gestapo parte da classe trabalhadora da Alemanha nazista?  Gestapo é … Continue lendo A DOUTRINA DA TORTURA E DA MORTE: A POLÍCIA MILITAR PODE SER CONSIDERADA PARTE DA CLASSE TRABALHADORA?

POLÍCIA E RACISMO

No mês de Maio, simbólico para a luta antirracista, a IDMJR questiona: Policial é Classe Trabalhadora? E lançamos o #MaioAntirracista com a divulgação de artigos e entrevistas ao longo de todo o mês. Neste 13/05, covidamos todes para conferir o instigante artigo: Polícia e Racismo produzido por Monique Cruz e Fábio Romão.

CHACINA EM MIGUEL COUTO DURANTE A QUARENTENA DO COVID-19

Acabamos de receber informações que no final da noite de 23 de abril, dia de São Jorge para os católicos ou Ogum para os de Axé, mais uma Chacina acaba de acontecer na Baixada Fluminense-RJ.
Informações relatam que homens passaram e atiraram para dentro de uma padaria no Parque Samá no bairro da Grama em Miguel Couto – Nova Iguaçu executando 3 pessoas e deixando vários feridos no local.

31 DE MARÇO: DA DITADURA MILITAR À MILICIALIZAÇÃO DA VIDA

Após um rápido levantamento com o nosso povo, posso afirmar que pouquíssimas pessoas indicaram Golpe Civil-Empresarial-Militar de 1964 e muito menos da Chacina da Baixada acontecida na Baixada Fluminense no ano de 2005. Portanto, o Estado ao apagar nossas memórias reproduz uma das ferramentas mais racistas na manutenção do capitalismo: o apagamento histórico, um genocídio cultural que retira a nossa herança histórica.