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A LUTA ANTIRRACISTA E O PAPEL DA BRANQUITUDE

Durante um mês a Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial conversou e realizou uma série jornalística com um dos maiores especialistas no tema sobre Branquitude no Brasil, o Professor e Doutor Lourenço Cardoso.

Hoje, encerramos a série de entrevistas  com o último episódio da coletânea falando sobre Assassinato de George Floyd, luta antirracista e o papel da Branquitude.

OS PROTOCOLOS DA MORTE E A ADPF 63

Neste artigo, nosso Coordenador Executivo da IDMJR, Fransérgio Goulart promove uma reflexão de como os protocolos no campo da segurança pública legitimam e produzem as mortes em favelas e periferias. Além de evidenciar que a partir da experiência da ADPF 635, como o Ministério Público não cumpre seu papel constitucional de controle da polícia.

MEMÓRIAS E RESISTÊNCIA ANCESTRAL NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DE ESTADO – UMA ENTREVISTA COM RAFAELA ALBERGARIA

Rafaela Albergaria é uma militante antirracista, abolicionista e feminista negra, assistente social, mestre em Serviço Social, pesquisadora em Direitos Humanos, Política Públicas e Racismo institucional.

Nessa entrevista, a Rafaela Albergaria contou um sobre os impactos das violências do Estado na vida do povo preto e favelado. Mas, também abordou a questão da resistência ancestral e da esperança na busca pela disputa de recontar as nossas histórias.

COVID-19: DROGAS E ARMAS – OS IMPACTOS DA PROIBIÇÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS NAS FAVELAS

Os decretos de isolamento social em todo o mundo por conta do rápido contágio e expansão da pandemia de Covid-19, levaram ao fechamento de fronteiras e transportes internacionais impactando diretamente no comércio internacional de drogas e armamentos. Logo, escancarando a íntima relação entre as organizações que comandam a violência urbana e a estrutura interna dos Estados, seja através de seus falhos esquemas de fiscalização ou articulação e negociação direta com as lideranças de facções, máfias, maras e grandes organizações de comércio de armas e drogas para garantir manutenção da lucratividade e poderio do comércio dito ilegal.

OPERAÇÕES POLICIAIS DURANTE A QUARENTENA NA BAIXADA

No início de março, o Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou isolamento social em todo o território fluminense. O que deveria significar a diminuição das operações policiais em favelas e periferias. Porém, essa não foi a realidade. A IDMJR sistematizou os registros de Operações Policiais na Baixada Fluminense ao longo de todo este ano. Após 90 dias de quarentena, a IDMJR registrou a ocorrência de 105 operações policiais na Baixada Fluminense com 23 pessoas assassinadas e 42 feridos.

É POSSÍVEL O FIM DA POLÍCIA?

Devido aos debates acumulados anteriormente, entendemos que a Polícia não faz parte da classe trabalhadora. Haja vista, em uma sociedade capitalista é impensável a inexistência da polícia, justamente porque é a instituição que possui a função social de ser o braço armado do Estado para garantir o direito inviolável da propriedade privada e a manutenção da ordem burguesa. Logo, garantindo ao capital a continuidade da expropriação baseada no racismo, no patriarcado e na subjugação de povos.

COVID-19: O ESTADO E A SUA POLÍTICA DE CONTROLE E VIGILÂNCIA

Em nome da Lei e da Ordem, o Estado tem exercido políticas de controle e vigilância, sempre a partir do ordenamento jurídico que define a ilegalidade e legalidade. Partindo desta questão, buscamos fomentar uma reflexão sobre a pandemia de Covid-19 e sua relação com o aumento do controle de corpos, que dada a urgência da conjuntura de manutenção do isolamento social, também potencializa os processos que estigmatização e discriminação da população pobre e negra periférica.

JUSTIÇA PARA GEORGE FLOYD

O artigo de Adam Bledsoe, professor de Geografia da Universidade de Minnesota, relata o assassinato de Geoger Floyd pela polícia norte-americana. Através da sua vivência como um homem negro, compartilha com a IDMJR, como tem sido a vida em Minneapolis durante os sucessivos dias de protestos e também de profunda repressão do Estado.

A DOUTRINA DA TORTURA E DA MORTE: A POLÍCIA MILITAR PODE SER CONSIDERADA PARTE DA CLASSE TRABALHADORA?

Por Rafael Daguerre Antes de qualquer coisa, quero fazer uma pergunta a você, caro leitor, cara leitora. Você considera a Gestapo parte da classe trabalhadora da Alemanha nazista?  Gestapo é … Continue lendo A DOUTRINA DA TORTURA E DA MORTE: A POLÍCIA MILITAR PODE SER CONSIDERADA PARTE DA CLASSE TRABALHADORA?