Ir para conteúdo

TagJuventude

FAN BAIXADA: CONFIRA!

Realizado no espaço Goméia em Duque de Caxias, o FAN Baixada trouxe como atração a DJ Drika, conhecida na cena musical da Baixada, que trouxe sets musicais variados animando a galera e a rapper Helen Nzinga, igualmente conhecida pela sua trajetória na cultura hip hop.

BAIXADA FLUMINENSE: TERRITÓRIOS, DISPUTAS E AÇÃO COLETIVA DE MULHERES NEGRAS

Desenvolver ações e morar dentro de um mesmo território é um grande desafio para mulheres  negras na Baixada Fluminense. O cuidado com o outro precisa ser cercado de inúmeros autocuidados que nem sempre essas mulheres têm condições e tempo de realizar. 25 de Julho com a celebração de Mulheres Negras, Latino Americana e Caribenhas mostra também um panorama de barreiras que mulheres lidam dia a dia, na tentativa de tornar seus territórios menos desiguais. O projeto Apadrinhe um Sorriso, trouxe um impacto positivo para muitas crianças e suas famílias, entretanto sua idealizadora e nossa convidada apresentou reflexões fundamentais sobre território da baixada e suas especificidades. 

RESIDÊNCIA IDMJR: DROGAS, RACISMO E SAÚDE NA BAIXADA FLUMINENSE

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial abre mais uma possibilidade de debate, que atravessa de forma estrutural e bem organizada a segurança pública na sua gestão da morte. Com indicativos reais sobre a racialização do território, as desigualdades legislativas, a política de ausências e a criminalização histórica, buscaremos provocar reflexões na tentativa de ampliarmos olhares sobre esses temas e mais ainda mobilizar a juventude em processos coletivos de emancipação do nosso povo.

EDITORIAL: POR QUE PRECISAMOS FALAR DE POLÍTICA DE DROGAS NA BAIXADA FLUMINENSE?

Em recente relatório produzido pela IDMJR sobre o impacto de 01 ano de suspensão das operações policiais na Baixada Fluminense expedida pelo Supremo Tribunal Federal, ao monitorarmos as operações policiais, nos deparamos que 90% das operações policiais realizada pela PM tiveram como motivações a apreensão de drogas e armas, encarceramento e tráfico de drogas, ou seja, o Estado a partir das polícias produzem a morte e o encarceramento da população negra sobre o discurso de guerra as drogas, que na real é guerra aos negros e periféricos.

POR MEMÓRIA E JUSTIÇA: JOANA E MARCOS PAULO

Marcos Paulo e Joana Bonifácio tiveram a coincidência de serem mortos em estações de trem da Supervia, e a coincidência para por aí, pois o motivo que resultou em suas mortes, é algo histórico e que estrutura todas as relações e formas de controle de corpos e metodologias de genocídio no Brasil e na Baixada Fluminense nessa sociedade capitalista, o racismo.

DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBTI

O mês de junho foi escolhido para representar o orgulho LGBTI por causa da Revolta de Stonewall, uma série de manifestações espontâneas de membros da comunidade LGBT. A rebelião, que durou seis dias, é considerada um dos eventos de luta mais importante para a conquista de direitos igualitários e de criminalização de atos de preconceito em diversos países.

MOVIMENTO EM RAZÃO DA ARTE: A TRUPE DO M.E.R.D.A CRIANDO PONTES NA BAIXADA FLUMINENSE

A juventude na Baixada Fluminense é um canal efervescente de diálogo e reorganização da luta histórica contra as opressões sociais e raciais. Impostas pelo Estado brasileiro, a ausências de todo tipo de serviço e espaço público de qualidade, reverberam na maneira como as periferias excluem a importância desses mesmos jovens no processo de reflexão acerca do desenvolvimento dos territórios em que estão inseridos.

CORONAVÍRUS E AS JUVENTUDES PERIFÉRICAS

As juventudes periféricas já resistem e sobrevivem historicamente às diversas epidemias e distintas doenças. Como o caso da tuberculose que continua se alastrando por conta da ausência de saneamento básico nas favelas e periferias. A questão da água que nunca ou quase nunca chega para todos os moradores e até mesmo a própria polícia que só no Rio de Janeiro mata 5 pessoas a cada dia, isso apenas em casos que são registrados. Dentre tantos outros aparelhos do Estado que são usados para o genocídio do povo preto e periférico, em sua maioria os jovens negros.