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TagDireitos Humanos

DESAPARECIMENTOS FORÇADOS NA BAIXADA FLUMINENSE

Os método de desaparecimentos forçados de corpos foram utilizados constantemente como forma de terror do Estado em diferentes tempos históricos e sob distintas condições. Entretanto, ressalta-se que nos dramáticos anos de ditadura empresarial-militar na América Latina, o desaparecimento forçado de pessoas foi empregado como instrumento político de amplo cerceamento de liberdade e cassação de direitos políticos.

FAVELAS E PERIFERIAS DERROTAM A POLÍTICA DE MORTE DO ESTADO

A ADPF das Favelas apresenta ao STF que o Estado do Rio de Janeiro vem violando o direito da população negra, pobre, favelada e periférica com sua política de segurança pública de produção da morte.

A ADPF 635 possui uma especificidade importante:  a inédita participação da Baixada Fluminense, de organizações e movimentos de favelas e movimentos de mães e familiares vítimas da violência do Estado. Tal marco histórico apenas foi possível devido a atuante incidência política dos movimentos de favelas e periferias sobre a política de morte que o Estado promove em territórios predominantemente negros.

MULHERES NEGRAS MOVIMENTANDO A BAIXADA – UMA ENTREVISTA COM FÁTIMA MONTEIRO

Fátima Monteiro, mulher negra que luta pela a liberdade de todas as mulheres, também é agente comunitária de saúde em Jardim Gramacho, moradora de Duque de Caxias e atua com eixos de garantias de direitos da população. Integrante do Fórum de Mulheres, do Movimento Negro Unificado, da Comissão Pequena África e do coletivo Parem de Nos Matar, sempre na luta contra as opressões e pela liberdade do povo preto e nessa entrevista falará sobre as trajetórias percorridas, enfrentamentos contra as violências do Estado e das perspectivas de um futuro digno e feliz para as mulheres negras em nossa sociedade.

MÃE MENINAZINHA DE OXUM ERGUE A VOZ CONTRA OPRESSÃO RACIAL NA BAIXADA FLUMINENSE

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial, conversou com Mãe Meninazinha, sobre as celebrações deste dia 25.07.2020, Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha, onde há 28 anos atrás, uma rede de mulheres organizou em Santo Domingos, República Dominicana, um encontro para debater pautas e ações em combate às desigualdades raciais e de gênero que colocam a mulher negra na última categorização das hierarquias sociais, definindo este lugar excludente, como metodologia para subjugar os corpos e as necessidades de mulheres negras.

A LUTA HISTÓRICA CONTRA A VIOLÊNCIA DE ESTADO: UMA ENTREVISTA COM GLÁUCIA MARINHO

O combate ao racismo se faz por muitas vias, Mulheres Negras estão na vanguarda dessa luta. Abrindo essa série de entrevistas, vamos apresentar olhares e reflexões de mulheres negras que estão na linha de frente pela garantia de direitos básicos, na disputa pelo combate ao racismo, e sobretudo, na manutenção da memória preta.
Gláucia Marinho é uma dessas mulheres atravessada por inúmeras resistências.

LEMBRAR PARA NÃO ESQUECER: 31 DE MARÇO: DA DITADURA À MILICIALIZAÇÃO

A IDMJR está lançando a Campanha: Lembrar Para Não Esquecer: 31 de Março – Da Ditadura à Milicialização. Devido a importância da manutenção do isolamento social durante quarenta, vamos utilizar o meio virtual para construir reflexões críticas e garantir a memória das vítimas de violação de Estado desde a ditadura até o período dos dias atuais, marcado pelos modos truculentos e ainda mais brutais de violação e silenciamento da população negra, favelada e periférica.

DIREITOS HUMANOS: HIATOS, AUSÊNCIAS E LUTAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Diante o avanço da militarização da vida, que utiliza a violência como plataforma financeira e escudo social, os municípios da baixada são fortemente impactados por uma série de violações que não são contabilizadas oficialmente e passam a fazer parte do crescente cenário de invisibilidade do que chamamos de necropolítica.

As narrativas dos moradores são permeadas por violações cotidianas, produzidas pelo Estado, nós da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial convidamos duas mulheres negras, que promovem ações de enfrentamento e reflexões sobre a vida cotidiana na Baixada, para expor suas percepções.

2° AULA DO CURSO PLP DE SEGURANÇA PÚBLICA: RACISMO E CAPITALISMO

E nesse último sábado (14/7) no Galpão Goméia Criativo, as mulheres do Curso PLP, em sua maioria mulheres negras, estiveram reunidas para 2ª aula: Capitalismo e Racismo. Antes do início da aula tivemos o Amanhecer #14M por Marielle e Anderson com produções de cartazes que afirmaram o direito à memória e a construção na prática e no cotidiano da política do não esquecimento.