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TagBaixada Fluminense

A RESISTÊNCIA DE MULHERES NEGRAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A subjugação da mulher perpassa por todas as instâncias sociais, principalmente no caso das mulheres negras que são submetidas desde jornadas triplas de trabalho, menores remunerações, objetificação e sexualização do corpo, pouca representatividade política e maiores chances de serem assassinadas e abusadas. As histórias das mulheres negras estão permeadas por resistência, ancestralidade e luta por sobrevivência diária. Por isso, escolhemos contar um pouco da história de uma militante negra importantíssima na luta contra violência de Estado na Baixada Fluminense.

MÃE BEATA DE IEMANJÁ: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Não é possível recontar a história de luta contra a brutal violência do Estado na Baixada Fluminense sem falar de uma figura histórica da região, que para além da sua enorme contribuição religiosa também se destacou pelo seu enfrentamento e combatividade en defesa dos direitos humanos em áreas faveladas e periféricas: Mãe Beata, uma liderança religiosa, militante, escritora e intelectual que construiu um legado de luta e resistência na Baixada Fluminense.

LUTAS SOCIAIS NA CLANDESTINIDADE DURANTE A DITADURA MILITAR

A campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial quer protagonizar essas memórias no intuito de valorizar a luta que se faz silenciosa e cotidianamente. Nessa entrevista apresentamos o militante Ernande Silva, que faz parte do cenário das resistências pelo direito à vida, cidadania e liberdade na baixada.

HIDRA IGUAÇUANA: UM PASSADO DE LUTAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A resistência pautada na trajetória de mulheres negras na Baixada Fluminense, rememora a fundação desses territórios, pela organização social do Quilombos, que durante boa parte do regime escravagista no Brasil, existiu como enfrentamento à violência e ressignificação das vivências africanas no “Novo Mundo”. Fruto do epistemicídio devido ao racismo estrutural fundante da sociedade brasileira, o legado do nosso povo não é contado nos livros de história, que intensifica ainda mais a invisibilidade e o desconhecimento do legado de resistência e protagonismo do nosso povo na história do país.

CAMPANHA 30 DE ABRIL – DIA DA BAIXADA: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial – IDMJR tem por um dos seus eixos de trabalho/militância a garantia da memória e não esquecimento do legado do nosso povo. Por isso, iniciamos hoje a Campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado que busca reafirmar que nossos passos na luta contra a violência do Estado na Baixada Fluminense vêm de muito longe. A Campanha pretende publicar 06 entrevistas com lideranças comunitárias , militantes e pesquisadores falando de movimentos e organizações sociais que lutaram e lutam contra a violência do Estado na Baixada e uma mini biografia sobre uma das principais lideranças da Baixada.

LANÇAMENTO DO BOLETIM ESPECIAL IDMJR: COVID-19 E AS MILÍCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Mesmo em tempos de quarentena, o braço armado do Estado promove o genocídio letal da população negra, pobre, favelada e periférica. Por isso, a IDMJR reuniu informações das operações policias e atuação das milícias na Baixada durante o período de isolamento social. No dia 30/04 será realizada uma Live de Lançamento da Edição Especial do Boletim da IDMJR: Covid-19 e as Milícias na Baixada Fluminense.

REMINISCÊNCIAS: PAPAI E A GRIPE ESPANHOLA

A IDMJR está promovendo a Campanha Lembrar para não Esquecer: 31 de Março – Da Ditadura à Milicialização como instrumento de reparação histórica e combate ao não apagamento do legado de resistência do nosso povo. Por isso, vamos publicar uma série de textos que tratam sobre a temática de Memória. Nesta publicação, Sílvia de Mendonça, de forma muito genorosa, compartilha conosco as memórias de sua família durante o período de Gripe Espanhola e seus reflexos na Baixada Fluminense.

DIREITOS HUMANOS: HIATOS, AUSÊNCIAS E LUTAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Diante o avanço da militarização da vida, que utiliza a violência como plataforma financeira e escudo social, os municípios da baixada são fortemente impactados por uma série de violações que não são contabilizadas oficialmente e passam a fazer parte do crescente cenário de invisibilidade do que chamamos de necropolítica.

As narrativas dos moradores são permeadas por violações cotidianas, produzidas pelo Estado, nós da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial convidamos duas mulheres negras, que promovem ações de enfrentamento e reflexões sobre a vida cotidiana na Baixada, para expor suas percepções.

2° AULA DO CURSO PLP DE SEGURANÇA PÚBLICA: RACISMO E CAPITALISMO

E nesse último sábado (14/7) no Galpão Goméia Criativo, as mulheres do Curso PLP, em sua maioria mulheres negras, estiveram reunidas para 2ª aula: Capitalismo e Racismo. Antes do início da aula tivemos o Amanhecer #14M por Marielle e Anderson com produções de cartazes que afirmaram o direito à memória e a construção na prática e no cotidiano da política do não esquecimento.