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TagBaixada Fluminense

ACESSO A INFORMAÇÕES SOBRE DESAPARECIMENTOS FORÇADOS

Os métodos de desaparecimentos forçados de corpos vem cotidianamente sendo utilizado como forma de terror do Estado em diferentes tempos históricos e sob distintas condições. O caráter de privação de liberdade através da captura, sequestro, tortura, mutilação e outros métodos torpes de desumanização e controle de corpos que se inicia no processo escravista que passa durante a vigência do período ditatorial brasileiro deixaram marcas latentes na memória social e na atuação política da sociedade até os dias atuais. Apenas  nos 5  meses  de  2019,  531  pessoas desapareceram, um  aumento  de  6,2%  em  relação ao  mesmo  período  de  2018. 

MEMORIAL MÃES NEGRAS E PERIFÉRICAS NA BAIXADA FLUMINENSE

No último sábado, dia 21/11, ocorreu no campo do Luizinho localizado em Éden – São João de Meriti/RJ a nossa última atividade da Campanha #BaixadaNegraViva, a inauguração do memorial em grafite “Mães Negras e Periféricas na Luta contra o Terrorismo do Estado”.A intervenção artística foi realizada pela Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial e a Rede Nacional de Mães e Familiares Vítimas do Terrorismo do Estado e contou com a parceria da organização local, Projeto Inclusão.

FAVELAS E PERIFERIAS DERROTAM A POLÍTICA DE MORTE DO ESTADO

A ADPF das Favelas apresenta ao STF que o Estado do Rio de Janeiro vem violando o direito da população negra, pobre, favelada e periférica com sua política de segurança pública de produção da morte.

A ADPF 635 possui uma especificidade importante:  a inédita participação da Baixada Fluminense, de organizações e movimentos de favelas e movimentos de mães e familiares vítimas da violência do Estado. Tal marco histórico apenas foi possível devido a atuante incidência política dos movimentos de favelas e periferias sobre a política de morte que o Estado promove em territórios predominantemente negros.

MULHERES NEGRAS MOVIMENTANDO A BAIXADA – UMA ENTREVISTA COM FÁTIMA MONTEIRO

Fátima Monteiro, mulher negra que luta pela a liberdade de todas as mulheres, também é agente comunitária de saúde em Jardim Gramacho, moradora de Duque de Caxias e atua com eixos de garantias de direitos da população. Integrante do Fórum de Mulheres, do Movimento Negro Unificado, da Comissão Pequena África e do coletivo Parem de Nos Matar, sempre na luta contra as opressões e pela liberdade do povo preto e nessa entrevista falará sobre as trajetórias percorridas, enfrentamentos contra as violências do Estado e das perspectivas de um futuro digno e feliz para as mulheres negras em nossa sociedade.

OPERAÇÕES POLICIAIS DURANTE A QUARENTENA NA BAIXADA

No início de março, o Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou isolamento social em todo o território fluminense. O que deveria significar a diminuição das operações policiais em favelas e periferias. Porém, essa não foi a realidade. A IDMJR sistematizou os registros de Operações Policiais na Baixada Fluminense ao longo de todo este ano. Após 90 dias de quarentena, a IDMJR registrou a ocorrência de 105 operações policiais na Baixada Fluminense com 23 pessoas assassinadas e 42 feridos.

HERANÇA QUILOMBOLA: MARIA CONGA EM MAGÉ – BAIXADA FLUMINENSE

Toda história de insurreição e resistência que a população afrodescendente constrói na história da luta contra opressão e violência de Estado, tem seu começo no enfrentamento a escravidão negra no Brasil. Aprendemos com as referências ancestrais de pessoas que atravessaram a escravidão, metodologias de enfrentamento coletivos e ações contínuas, que também são organizadas dentro das necessidades de cada tempo.

A RESISTÊNCIA DE MULHERES NEGRAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A subjugação da mulher perpassa por todas as instâncias sociais, principalmente no caso das mulheres negras que são submetidas desde jornadas triplas de trabalho, menores remunerações, objetificação e sexualização do corpo, pouca representatividade política e maiores chances de serem assassinadas e abusadas. As histórias das mulheres negras estão permeadas por resistência, ancestralidade e luta por sobrevivência diária. Por isso, escolhemos contar um pouco da história de uma militante negra importantíssima na luta contra violência de Estado na Baixada Fluminense.

MÃE BEATA DE IEMANJÁ: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Não é possível recontar a história de luta contra a brutal violência do Estado na Baixada Fluminense sem falar de uma figura histórica da região, que para além da sua enorme contribuição religiosa também se destacou pelo seu enfrentamento e combatividade en defesa dos direitos humanos em áreas faveladas e periféricas: Mãe Beata, uma liderança religiosa, militante, escritora e intelectual que construiu um legado de luta e resistência na Baixada Fluminense.

LUTAS SOCIAIS NA CLANDESTINIDADE DURANTE A DITADURA MILITAR

A campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial quer protagonizar essas memórias no intuito de valorizar a luta que se faz silenciosa e cotidianamente. Nessa entrevista apresentamos o militante Ernande Silva, que faz parte do cenário das resistências pelo direito à vida, cidadania e liberdade na baixada.