Ir para conteúdo

TagBaixada Fluminense

FAVELAS E PERIFERIAS DERROTAM A POLÍTICA DE MORTE DO ESTADO

A ADPF das Favelas apresenta ao STF que o Estado do Rio de Janeiro vem violando o direito da população negra, pobre, favelada e periférica com sua política de segurança pública de produção da morte.

A ADPF 635 possui uma especificidade importante:  a inédita participação da Baixada Fluminense, de organizações e movimentos de favelas e movimentos de mães e familiares vítimas da violência do Estado. Tal marco histórico apenas foi possível devido a atuante incidência política dos movimentos de favelas e periferias sobre a política de morte que o Estado promove em territórios predominantemente negros.

MULHERES NEGRAS MOVIMENTANDO A BAIXADA – UMA ENTREVISTA COM FÁTIMA MONTEIRO

Fátima Monteiro, mulher negra que luta pela a liberdade de todas as mulheres, também é agente comunitária de saúde em Jardim Gramacho, moradora de Duque de Caxias e atua com eixos de garantias de direitos da população. Integrante do Fórum de Mulheres, do Movimento Negro Unificado, da Comissão Pequena África e do coletivo Parem de Nos Matar, sempre na luta contra as opressões e pela liberdade do povo preto e nessa entrevista falará sobre as trajetórias percorridas, enfrentamentos contra as violências do Estado e das perspectivas de um futuro digno e feliz para as mulheres negras em nossa sociedade.

PROJEÇÃO – NÃO AO ARMAMENTO DA GUARDA MUNICIPAL DE CAXIAS

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial em parceria com o Coletivo Minas da Baixada, Favelas na Luta e o Movimenta Caxias promovemos a intervenção política cultural “Projeção por Direitos” na Praça do Pacificador em Duque de Caxias para denunciarmos essa ação da prefeitura de Caxias e afirmarmos que não precisamos de mais armas nas ruas de Duque de Caxias.

OPERAÇÕES POLICIAIS DURANTE A QUARENTENA NA BAIXADA

No início de março, o Governo do Estado do Rio de Janeiro decretou isolamento social em todo o território fluminense. O que deveria significar a diminuição das operações policiais em favelas e periferias. Porém, essa não foi a realidade. A IDMJR sistematizou os registros de Operações Policiais na Baixada Fluminense ao longo de todo este ano. Após 90 dias de quarentena, a IDMJR registrou a ocorrência de 105 operações policiais na Baixada Fluminense com 23 pessoas assassinadas e 42 feridos.

HERANÇA QUILOMBOLA: MARIA CONGA EM MAGÉ – BAIXADA FLUMINENSE

Toda história de insurreição e resistência que a população afrodescendente constrói na história da luta contra opressão e violência de Estado, tem seu começo no enfrentamento a escravidão negra no Brasil. Aprendemos com as referências ancestrais de pessoas que atravessaram a escravidão, metodologias de enfrentamento coletivos e ações contínuas, que também são organizadas dentro das necessidades de cada tempo.

A RESISTÊNCIA DE MULHERES NEGRAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A subjugação da mulher perpassa por todas as instâncias sociais, principalmente no caso das mulheres negras que são submetidas desde jornadas triplas de trabalho, menores remunerações, objetificação e sexualização do corpo, pouca representatividade política e maiores chances de serem assassinadas e abusadas. As histórias das mulheres negras estão permeadas por resistência, ancestralidade e luta por sobrevivência diária. Por isso, escolhemos contar um pouco da história de uma militante negra importantíssima na luta contra violência de Estado na Baixada Fluminense.

MÃE BEATA DE IEMANJÁ: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Não é possível recontar a história de luta contra a brutal violência do Estado na Baixada Fluminense sem falar de uma figura histórica da região, que para além da sua enorme contribuição religiosa também se destacou pelo seu enfrentamento e combatividade en defesa dos direitos humanos em áreas faveladas e periféricas: Mãe Beata, uma liderança religiosa, militante, escritora e intelectual que construiu um legado de luta e resistência na Baixada Fluminense.

LUTAS SOCIAIS NA CLANDESTINIDADE DURANTE A DITADURA MILITAR

A campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial quer protagonizar essas memórias no intuito de valorizar a luta que se faz silenciosa e cotidianamente. Nessa entrevista apresentamos o militante Ernande Silva, que faz parte do cenário das resistências pelo direito à vida, cidadania e liberdade na baixada.

HIDRA IGUAÇUANA: UM PASSADO DE LUTAS E RESISTÊNCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

A resistência pautada na trajetória de mulheres negras na Baixada Fluminense, rememora a fundação desses territórios, pela organização social do Quilombos, que durante boa parte do regime escravagista no Brasil, existiu como enfrentamento à violência e ressignificação das vivências africanas no “Novo Mundo”. Fruto do epistemicídio devido ao racismo estrutural fundante da sociedade brasileira, o legado do nosso povo não é contado nos livros de história, que intensifica ainda mais a invisibilidade e o desconhecimento do legado de resistência e protagonismo do nosso povo na história do país.

CAMPANHA 30 DE ABRIL – DIA DA BAIXADA: MEMÓRIAS E RESISTÊNCIAS CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial – IDMJR tem por um dos seus eixos de trabalho/militância a garantia da memória e não esquecimento do legado do nosso povo. Por isso, iniciamos hoje a Campanha 30 de abril – Dia da Baixada: Memórias e Resistências contra a violência do Estado que busca reafirmar que nossos passos na luta contra a violência do Estado na Baixada Fluminense vêm de muito longe. A Campanha pretende publicar 06 entrevistas com lideranças comunitárias , militantes e pesquisadores falando de movimentos e organizações sociais que lutaram e lutam contra a violência do Estado na Baixada e uma mini biografia sobre uma das principais lideranças da Baixada.

LANÇAMENTO DO BOLETIM ESPECIAL IDMJR: COVID-19 E AS MILÍCIAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Mesmo em tempos de quarentena, o braço armado do Estado promove o genocídio letal da população negra, pobre, favelada e periférica. Por isso, a IDMJR reuniu informações das operações policias e atuação das milícias na Baixada durante o período de isolamento social. No dia 30/04 será realizada uma Live de Lançamento da Edição Especial do Boletim da IDMJR: Covid-19 e as Milícias na Baixada Fluminense.