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MOVIMENTO EM RAZÃO DA ARTE: A TRUPE DO M.E.R.D.A CRIANDO PONTES NA BAIXADA FLUMINENSE

A juventude na Baixada Fluminense é um canal efervescente de diálogo e reorganização da luta histórica contra as opressões sociais e raciais. Impostas pelo Estado brasileiro, a ausências de todo tipo de serviço e espaço público de qualidade, reverberam na maneira como as periferias excluem a importância desses mesmos jovens no processo de reflexão acerca do desenvolvimento dos territórios em que estão inseridos.

LEMBRAR PRA NÃO ESQUECER: RENATO, PRESENTE!

Nesse mês de março, a maior Chacina que ocorreu na Baixada Fluminense, completará 15 anos. Dentre os rastros de violência e destruição deixados nos trechos de Nova Iguaçu à Queimados no dia 31 de março de 2005, em meio aos 29 corpos que tiveram suas vidas interrompidas, estava Renato de Azevedo.

31 DE MARÇO: DA DITADURA MILITAR À MILICIALIZAÇÃO DA VIDA

Após um rápido levantamento com o nosso povo, posso afirmar que pouquíssimas pessoas indicaram Golpe Civil-Empresarial-Militar de 1964 e muito menos da Chacina da Baixada acontecida na Baixada Fluminense no ano de 2005. Portanto, o Estado ao apagar nossas memórias reproduz uma das ferramentas mais racistas na manutenção do capitalismo: o apagamento histórico, um genocídio cultural que retira a nossa herança histórica.

REMINISCÊNCIAS: PAPAI E A GRIPE ESPANHOLA

A IDMJR está promovendo a Campanha Lembrar para não Esquecer: 31 de Março – Da Ditadura à Milicialização como instrumento de reparação histórica e combate ao não apagamento do legado de resistência do nosso povo. Por isso, vamos publicar uma série de textos que tratam sobre a temática de Memória. Nesta publicação, Sílvia de Mendonça, de forma muito genorosa, compartilha conosco as memórias de sua família durante o período de Gripe Espanhola e seus reflexos na Baixada Fluminense.

MEMÓRIAS DAS RESISTÊNCIAS

Em tempos de desonestidades intelectuais e apropriações indevidas, como não incluir a luta das mulheres no decorrer da História do Brasil. Se fizermos uma perspectiva histórica poderíamos notar o quanto as mulheres foram invisibilizadas pela historiografia, sobretudo porque as produções acadêmicas estavam presas a um passado recente, onde valorizavam-se obras consideradas como clássicos.

LEMBRAR PARA NÃO ESQUECER: 31 DE MARÇO: DA DITADURA À MILICIALIZAÇÃO

A IDMJR está lançando a Campanha: Lembrar Para Não Esquecer: 31 de Março – Da Ditadura à Milicialização. Devido a importância da manutenção do isolamento social durante quarenta, vamos utilizar o meio virtual para construir reflexões críticas e garantir a memória das vítimas de violação de Estado desde a ditadura até o período dos dias atuais, marcado pelos modos truculentos e ainda mais brutais de violação e silenciamento da população negra, favelada e periférica.

DIREITOS HUMANOS: HIATOS, AUSÊNCIAS E LUTAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Diante o avanço da militarização da vida, que utiliza a violência como plataforma financeira e escudo social, os municípios da baixada são fortemente impactados por uma série de violações que não são contabilizadas oficialmente e passam a fazer parte do crescente cenário de invisibilidade do que chamamos de necropolítica.

As narrativas dos moradores são permeadas por violações cotidianas, produzidas pelo Estado, nós da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial convidamos duas mulheres negras, que promovem ações de enfrentamento e reflexões sobre a vida cotidiana na Baixada, para expor suas percepções.

COVID-19: WITZEL CORTA PROGRAMAS SOCIAIS E BANCA O SEGURANÇA PRESENTE

Ontem, o Governador Witzel emitiu um decreto de contigenciamento de R$ 7,7 bilhões de reais no orçamento público e a suspensão por tempo indeterminado de todas as novas despesas de caráter não essencial para o enfrentamento do Covid-19. Ressalta-se que estamos em quarentena com circulação restrita de pessoas pelos territórios. Por conseguinte, primordial que o Estado possa aumentar os gastos públicos para prover salários, habitação, acesso água e alimentação para todos e todas.

CORONAVÍRUS E AS JUVENTUDES PERIFÉRICAS

As juventudes periféricas já resistem e sobrevivem historicamente às diversas epidemias e distintas doenças. Como o caso da tuberculose que continua se alastrando por conta da ausência de saneamento básico nas favelas e periferias. A questão da água que nunca ou quase nunca chega para todos os moradores e até mesmo a própria polícia que só no Rio de Janeiro mata 5 pessoas a cada dia, isso apenas em casos que são registrados. Dentre tantos outros aparelhos do Estado que são usados para o genocídio do povo preto e periférico, em sua maioria os jovens negros.

MEMÓRIA

A Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial – IDMJR, busca promover um sentimento coletivo de reprovação a qualquer tipo de violação, principalmente as distintas faces da violência de Estado. Por isso, entendemos a Justiça Racial como instrumento de reparação histórica.

CORONAVÍRUS E O SISTEMA PRISIONAL

O nosso Sistema de Justiça é extremamente moroso, processos rolam pelas prateleiras e quando são movimentados transitam entre idas e vindas sob olhares de embargos e descasos jurídicos. As audiências estão suspensas na central de custódia em Benfica esfacelando o direito de analisar a legalidade da prisão do custodiado, praticamente automatizaram o acautelamento temporário.