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CategoriaJuventude

FAN BAIXADA: CONFIRA!

Realizado no espaço Goméia em Duque de Caxias, o FAN Baixada trouxe como atração a DJ Drika, conhecida na cena musical da Baixada, que trouxe sets musicais variados animando a galera e a rapper Helen Nzinga, igualmente conhecida pela sua trajetória na cultura hip hop.

EDITORIAL: POR QUE PRECISAMOS FALAR DE POLÍTICA DE DROGAS NA BAIXADA FLUMINENSE?

Em recente relatório produzido pela IDMJR sobre o impacto de 01 ano de suspensão das operações policiais na Baixada Fluminense expedida pelo Supremo Tribunal Federal, ao monitorarmos as operações policiais, nos deparamos que 90% das operações policiais realizada pela PM tiveram como motivações a apreensão de drogas e armas, encarceramento e tráfico de drogas, ou seja, o Estado a partir das polícias produzem a morte e o encarceramento da população negra sobre o discurso de guerra as drogas, que na real é guerra aos negros e periféricos.

POR QUE PRECISAMOS FALAR SOBRE A POLÍTICA DE DROGAS?

Iniciamos essa breve reflexão, dizendo que política de drogas não é questão de polícia e sim de Saúde Pública. Ontem, dia 27/01/2021, jovens que estavam internados em uma comunidade terapêutica chamada Centro Terapêutico Salvando Vidas em Itaguaí fugiram e logo em seguida seus familiares receberam a notícia que estavam mortos.

DEGASE NÃO É POLÍCIA!

O Deputado Max Lemos (PSDB) propôs a PEC Nº 33/2019 que altera a Constituição Estadual para incluir os Agentes Socioeducativos no rol dos órgãos de segurança pública no Rio de Janeiro. A IDMJR ressalta o completo equívoco de colocar os agentes do socioeducativo como parte do equipamento de segurança pública.

DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBTI

O mês de junho foi escolhido para representar o orgulho LGBTI por causa da Revolta de Stonewall, uma série de manifestações espontâneas de membros da comunidade LGBT. A rebelião, que durou seis dias, é considerada um dos eventos de luta mais importante para a conquista de direitos igualitários e de criminalização de atos de preconceito em diversos países.

MOVIMENTO EM RAZÃO DA ARTE: A TRUPE DO M.E.R.D.A CRIANDO PONTES NA BAIXADA FLUMINENSE

A juventude na Baixada Fluminense é um canal efervescente de diálogo e reorganização da luta histórica contra as opressões sociais e raciais. Impostas pelo Estado brasileiro, a ausências de todo tipo de serviço e espaço público de qualidade, reverberam na maneira como as periferias excluem a importância desses mesmos jovens no processo de reflexão acerca do desenvolvimento dos territórios em que estão inseridos.

DIREITOS HUMANOS: HIATOS, AUSÊNCIAS E LUTAS NA BAIXADA FLUMINENSE

Diante o avanço da militarização da vida, que utiliza a violência como plataforma financeira e escudo social, os municípios da baixada são fortemente impactados por uma série de violações que não são contabilizadas oficialmente e passam a fazer parte do crescente cenário de invisibilidade do que chamamos de necropolítica.

As narrativas dos moradores são permeadas por violações cotidianas, produzidas pelo Estado, nós da Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial convidamos duas mulheres negras, que promovem ações de enfrentamento e reflexões sobre a vida cotidiana na Baixada, para expor suas percepções.

CORONAVÍRUS E AS JUVENTUDES PERIFÉRICAS

As juventudes periféricas já resistem e sobrevivem historicamente às diversas epidemias e distintas doenças. Como o caso da tuberculose que continua se alastrando por conta da ausência de saneamento básico nas favelas e periferias. A questão da água que nunca ou quase nunca chega para todos os moradores e até mesmo a própria polícia que só no Rio de Janeiro mata 5 pessoas a cada dia, isso apenas em casos que são registrados. Dentre tantos outros aparelhos do Estado que são usados para o genocídio do povo preto e periférico, em sua maioria os jovens negros.