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CategoriaBaixada Fluminense

VIGILANTISMO ESTATAL: A OBRIGATORIEDADE DE FORNECER INFORMAÇÕES DE VIDEOMONITORAMENTO PRIVADO PARA AS POLÍCIAS

Nesta semana, entrou em votação na Alerj o Projeto de Lei n°4185/2018 de autoria da Deputada Estadual Marta Rocha (PDT) que determina que os proprietários ou responsáveis por estabelecimentos comerciais, os síndicos de condomínio e os proprietários de imóveis, residenciais ou não, estabelecidos no Estado do Rio de Janeiro, deverão comunicar a existência de sistema de monitoramento, por câmeras de vídeo (CFTV), de vias públicas, ao Delegado Titular da Delegacia de Polícia da circunscrição do comunicante.

MULHERES INSURGENTES: NÃO PEDEM PERMISSÃO!

Os dissabores de ser preta, o ódio e a raiva cotidiana que somos submetidas devido ao racismo que estrutura todas as relações sociais brasileiras, a luta constante para provar a esta sociedade racista, heteronormativa e patriarcal que nossos direitos sociais precisam ser exercidos e acima de tudo respeitados e principalmente a luta urgente pra se manter viva em um sistema que tenta a todo momento nos aniquilar. 

ESQUARTEJAMENTO, DECAPITAÇÃO E EXECUÇÃO EM MAGÉ

Ontem ocorreu um conflito produzido pelo Estado na comunidade conhecida como cantinho da Vovó, Mauá em Magé. Vale salientar, que este conflito armado já perdura por mais de 10 dias e até hoje não teve visibilidade na mídia, que apenas ressalta a invisibilidade das violações que ocorrem na Baixada Fluminense.

Onde Nos Cortam, Nós Brotamos: A resistência dos terreiros contra violações de Estado

ONDE NOS CORTAM, NÓS BROTAMOS – A RESISTÊNCIA DOS TERREIROS CONTRA VIOLAÇÕES DO ESTADO

por Patrick Melo A Baixada Fluminense é a região que concentra o maior número de terreiros de candomblé no Estado do Rio de Janeiro, e é também o território com … Continue lendo ONDE NOS CORTAM, NÓS BROTAMOS – A RESISTÊNCIA DOS TERREIROS CONTRA VIOLAÇÕES DO ESTADO

O JUDICIÁRIO MATA!

Por que a IDMJR está por afirmar que o Direito Neoliberal mata? Nesta semana mais uma vez, a Justiça demonstrou a quem serve ao rejeitar a denúncia da responsabilização de dois policiais que cometeram execuções na Chacina do Jacarezinho, sendo um exemplo concreto do direito e de sua justiça classista, patriarcal e racista.